Uns recebem medalhas, outros palmas, há ainda quem receba flores pelo trabalho realizado, representando esse gesto uma forma de reconhecer o trabalho dos outros. Aos escuteiros atribuem-se insígnias e emblemas..

O elementos do CLÃ 107 receberam a mais recente  insígnia no seguimento do trabalho realizado na Drave, a aldeia que serve de Base Nacional da IV, na Reunião de Piedade  do dia 2 de Julho partilhando desse modo com a Comunidade Paroquial o reconhecimento pelo seu esforço e contributo à Base.

A insígnia reconhece-nos o valor, mas não é o reconhecimento que move o CLÃ. É sim o SERVIÇO e a busca incessante do rumo do HOMEM-NOVO.

Canhotas

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Fotos: Chefe André Carvalho

E foi assim na Drave…

Posted: 25 Abril, 2011 in Actividades, Clã 107

Entre os dias 15 e 17 de Abril, o clã 107 esteve na Drave, um local onde nenhum dos actuais caminheiros  tinha estado, o que tornou esta actividade absolutamente inesquecível.

A aldeia da Drave é a Base Nacional da IV secção e encontra-se neste momento desabitada, mas não abandonada. O CNE é possuidor de alguns terrenos e casas, que têm vindo a ser recuperadas segundo a traça original com o esforço de todos os caminheiros que por lá passam. Não há electricidade, não há água quente, nem rede de telemóvel e o acesso é difícil.

Muitos veriam nisto um inconveniente, mas é tudo isto que torna a Drave tão especial.  A ausência destas pequenas comodidades da nossa vida quotidiana, permite assim uma experiência totalmente diferente apoiada nos ideais do CAMINHEIRISMO.

PS: Para todos os clãs que desejam ir a este maravilhoso lugar, não se esqueçam que o objectivo de uma ida a Drave não é deixar lá a nossa marca, mas na partida trazer Drave connosco.

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o CLÃ na DRAVE

Posted: 30 Março, 2011 in Actividades, Clã 107
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Nos próximos dias 15, 16 e 17 de Abril o CLÃ estará na Drave, a aldeia que serve como Base Nacional dos Caminheiros.

Fiquem atentos às próximas novidades!

Canhotas

Promessas 19-02-11

Posted: 1 Março, 2011 in Clã 107

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Fotos: André Carvalho

Velada de Armas 18-02-11

Posted: 1 Março, 2011 in Clã 107

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Fotos: André Carvalho

Mulheres

Posted: 18 Fevereiro, 2011 in Clã 107

Numa primeira fase Baden Powell tenta mostrar, a partir do exemplo do veado adulto, que um homem deve estar sempre bem fisicamente e mentalmente. Deve aceitar a responsabilidade e estar sempre apto a defender a sua mulher/namorada.

Chegada a idade da adolescência surgem modificações corporais e psicológicas. São modificações normais, que devemos aceitar. Acontece com toda a gente, não só conosco. Se não estivermos muito a vontade com estas modificações devemos falar com outras pessoas, pois já lhes aconteceu o mesmo e não devemos ter vergonha de expor o que se está a passar e pedir ajuda.

Um dos grande perigos dos desejos sexuais sao as doenças venéreas. Muitos jovens são imprudentes quanto a satisfação do desejo sexual, vindo-se a arrepender mais tarde. Nestas doenças sexualmente transmissiveis destacam-se duas: sífilis e gonorreia. A sífilis é uma infecção tóxica que se pode contrair em relações com pessoas contagiadas ou geneticamente devido aos pais possuirem a doença; a gonorreia que se contrai geralmente do mesmo modo que a sífilis manifesta-se em descargas de pus e inflamação do órgão.

Cavalheirismo, esta palavra será uma das qualidades mais apreciadas pela mulher no homem e das mais importantes num homem. Como diz Baden Powell ”O homem que não tenha cavalheirismo não é homem.”, isto é verdade. Um homem para ser homem deve-se respeitar a si, mas também respeitar as mulheres, os mais pequenos e os mais velhos. Devemos ser nós a indicar o bom caminho, não devemos deixar que uma mulher se arruíne mas sim erguer a mulher.

Para alcançar a felicidade devemos seguir o nosso caminho e nunca esquecer que nós somos nós e não devemos seguir ninguém. Devemo-nos sempre manter limpos e livres da luxúria, ter várias ocupações e praticar desporto, deixar de lados vícios como tabaco, álcool, drogas e comer.

A maior ajuda que podemos ter na vida e o maior apoio são o dos nossos pais. Muitos dos grandes homens admitem que sem a ajuda da mãe nada eram neste mundo. As nossas mães só querem o nosso melhor e nos protegem desde a mais tenra infância. Por vezes colocam nos nossos ombros grandes sonhos e mais cedo ou mais tarde desiludem-se secretamente por o filho sair um inútel ou falhado. Não devemos ser crúeis e devemos pensar muito nisto, pois devemos muito às nossas mães. Devemos sempre procurar o êxito pois será uma forma de agradecimento e de deixarmos a nossa mãe feliz. O teu pai de certo estará sempre presente quando te ocorrerem problemas na vida com os quais não estás certo que consigas resolver sozinho.

Depois de recebermos os ensinamentos dos nossos pais também cabe a nós passarmos os nossos ensinamentos aos nossos filhos. Para isso devemos casar e ser saudáveis. Devemos ser capazes de criar filhos rubostos e fortes tão bem ou melhor como os nossos pais fizeram conosco. Para isso devemos respirar ar puro que é muito importante para o nosso sangue, devemos ter uma boa higiene pessoal, praticar exercicio fisico, caminhar todos os fins de semana…

Um dos passos e decisões mais importantes na vida é o casamento. Para este grande passo devemos escolher a rapariga que convém, sabendo distinguir as mulheres de bonecas. Enquanto jovens é normal namorar muito, e ligar mais a parte exterior do que a parte interior. Mas vai chegar o momento que nos temos de fazer homens e ganhar responsabilidade, escolher alguem que vamos ter coragem de mostrar a toda a gente e apresentar à nossa família, alguém que vemos ser capaz de nos ajudar a criar o nosso filho. Passada a fase do amor infantil, vamos descobrir essa pessoa que será a ideal para nós, alguém que vamos desejar ter sempre ao nosso lado, e que respeitemos e admiremos. Não devemos começar o casamento com uma mentira, senão tudo será á volta de mentira e um dia se descobrirá e a confiança nunca mais será a mesma. Antes de casarmos devemos estar cientes e ter a certeza que temos o que é preciso para sustentar a nossa mulher e família. Nunca te esqueças que o ”sim” é apenas uma palavra um passo, mas será essa palavra que decidirá a vida de ambos, para o bem ou para o mal.

Existe mais uma grande responsabilidade na vida que é a de ser pai. As crianças aprendem e vivem de exemplos dos maiores, e concerteza que um grande exemplo na vida de qualquer criança é o seu pai. Devemos cativar os filhos pelo amor e não pelo medo.

João Oliveira

Irreligião

Posted: 18 Fevereiro, 2011 in Clã 107

Em primeiro lugar devemos de definir Irreligião, que quer  dizer que existe uma falta de religião ou Ateísmo que não acreditam em Deus. O ateísmo começou a ser conhecido naquela altura e muitos jovens foram levados pelos seus ideais, mas também que existe muita gente não se interessam pela religião. BP nos diz que para sermos felizes a religião é importante, não se trata em apenas ir a igreja, conhecer a história bíblica, mas em saber o que é a religião católica. Muito resumidamente religião é conhecer o que é o Deus e o que ele é, e também aproveitar o melhor possível a vida que Ele nos deu e fazer o que Ele quer de nós, isto é, fazer alguma coisa pelo próximo.

Esta deve ser a tua crença, não apenas em meditar ao domingo, mas para servir de norma em todas as horas e em todas as fases da tua vida quotidiana.

Dizem os Ateus que são contra a religião cristã e outras formas de religião, porque estas são superstições e não princípios orientadores de vida. Para eles uma religião tem que se aprender por livros escritos por homens não pode ser verdadeira. Mas parece que não vêem que, além dos livros impressos e independentemente da Revelação, Deus nos deu para primeiro passo o grande livro da Natureza, e não podem dizer que nesse não há verdade, visto que têm os factos á vista. Não aconselho o estudo da Natureza como culto ou como substituto da religião, mas advogo a compreensão da Natureza como um passo, em certos casos, para a conversão religiosa. Este processo poderá atrair aqueles com quem outros métodos foram inúteis, especialmente para os que pedem para o ateísmo ou que não têm ideias religiosas específicas ou que as tiveram e as abandonaram. Talvez os ajude a voltar para o caminho novo á igreja.

Para concluir BP nos mostra como conhecer, viver e servir Deus com este pequeno esquema.

Soraia Silva

O Vinho

Posted: 18 Fevereiro, 2011 in Clã 107

Este livro fala sobre a vida de BP e ele próprio descreve-nos e alerta-nos para os perigos eminentes que os jovens podem vir a passar, mas com episódios verídicos que aconteceram na sua vida, pois na minha opinião eu acho que Baden-Powell é um exemplo a seguir por todos os jovens. Mais propriamente vou falar de um capítulo em especial sendo ele “O VINHO” que é um dos muitos capítulos que se encontram neste fabuloso livro.

Este capítulo fala-nos de em primeiro lugar sobre um coronel de seu nome Yervers que gostava muito de beber mas não a bebida que é mais saudável, a água, bebendo claro o vinho e a cerveja. Apesar de uma vez não ter conseguido arranjar qualquer tipo de bebida alcoólica negou beber a tão saudável água e optou beber verniz da madeira para matar a sede. Até chegou a ser ouvido por um médico e este com muito espanto perguntou-lhe muito espantado se não tinha água para beber, mas o coronel afirmou que de certeza que nunca tinha sede a valer, pois ele achava que a água servia apenas para ele se lavar. Este capítulo divide-se em vários subtítulos que acabam por ser acontecimentos relacionados com o vinho. O primeiro fala-nos sobre de como o vinho é importante e a razão pela qual ele gosta assim tanto de beber, sendo ela a cor o gosto que tem, mas também o bem-estar que produz quando é ingerido pelo consumidor, além de ser muito bom depois de se beber o primeiro copo nunca se fica satisfeito e de seguida bem um segundo copo não sabendo tão bem como o primeiro pois já sabemos o gosto e é claro que não vai saber melhor que o primeiro copo. De seguida vem o terceiro copo sendo ele também o nome deste primeiro subtítulo, é ingerido maior parte das vezes por vício mas também como autor diz no texto “ tira a força para correres e fazeres exercícios ” por isso é que um jovem não deve abusar da bebida pois prejudica o mau funcionamento do seu corpo. O autor conta-nos o episódio de quando ele estava no exército e para que se pudesse fazer os exercícios necessários tinha de se diminuir a ração de cerveja e posto isto parece que resultou e os resultados foram surpreendentes e satisfatórios. O terceiro copo faz ainda pior pois acaba por levar ao quarto e depois até chegar muitas vezes ao quinto copo que é quando a pessoa já se encontra alterada e perde a noção daquilo que está a fazer e não diz coisa com coisa. O segundo subtítulo fala-nos do copo entre as refeições, dando um exemplo de um engenheiro que bebia sempre de 20 em 20 minutos sem falhar. Lembrou-se também de um almirante seu que lhe perguntou se ele queria um copo e ele respondeu que não bebia nos intervalos das bebidas. O que faz mal é o que se bebe nos intervalos das refeições, dizendo ele. Pois se as pessoas só bebessem às refeições não havia tanta gente que ficava bêbedo e a saúde das pessoas aumentaria em demasia. Quando um bêbado bebe em grandes quantidades, caso aparecesse alguém, esse alguém levava o bêbado a reconhecer os seus erros e a mudar de vida pois fazia muito mal mesmo à saúde se alguém estivesse habituado a beber sempre em grandes quantidades. Eu sei que é bastante tentador não conseguir beber só um copo pois apesar de ser bom a pessoa tem sempre a tendência a beber mais e mais e a exagerar na quantidade, mas talvez se tivesse força de vontade nada disto acontecia e todos andavam bem mais felizes. Outro grande vício que BP fala é sobre o tabaco, pois é como o vinho ou se calhar até é bem pior, pois pode ser mais difícil de deixar. Neste texto fala sobre o tabaco porque as pessoas que começam a fumar, maior parte, não fumam por gosto e porque querem experimentar, mas sim só para dizerem que fuma e para se sentirem superiores aos outros. Não é por vontade própria, mas sim começam por influências. Depois quando está com amigos num sítio onde se possa fumar e beber e onde estes oferecem bebidas acaba por levar ao sexto copo. BP fala de um jogo que naquele tempo era bastante interessante para eles sobretudo se tivessem fora do seu estado normal que é o jogo dos “Irmãos saltantes do Bósforo”, que na minha opinião é um jogo absurdo pois da forma que é jogado pode trazer infelicidades a saúde dos praticantes. As pessoas bebem também porque algo na sua vida não está a correr bem ou pretendem afogar as mágoas ou muitas vezes por mero esquecimento. Uma vez adquirido o hábito do álcool ou também da droga e do tabaco depois é muito difícil pois o vício é tão grande pois se a pessoa ficar um bocado, uma hora ou mesmo um dia sem beber começa a ressacar pela bebida que onde quer que vá e o dinheiro que tenha guardado vai logo “pelos ares” mal gasto. A bebida provocam um grande desperdício de dinheiro, de tempo e de saúde e uma grande perda da prosperidade.

BP fala nos jovens pois são eles que estão em crescimento e que a humanidade depende deles pois eles são o futuro e o que vai haver de melhor, claro senão forem também influenciados por outra gente a “ a praticarem o mal “ e a seguirem em frente e a lutarem pelos seus direitos. Outro dos grandes vícios é a vontade de comer, e no cerco de Mafeking, tinham de se contentar com a pouca comida que havia, muitos não aguentavam pois estavam a comer em demasia e acabaram por emagrecer em demasia e houve um ou dois que engordaram. Outro grande abuso é o dormir demais em que mal se pensa, até dizem os japoneses que a cada hora de sono acima do que é preciso para descansar e restaurar as energias do cérebro e dos membros, é prejudicial e contribui para a acumulação de gordura. Outro grande abuso muito vulgar é o de praguejar, revelando assim uma tremenda falta de nível e falta de domínio de si mesmo. Um subtítulo bastante importante é o “O Domínio de si Mesmo faz o Cavalheiro”, pois um homem que é genuíno é cortês, ou seja revela deferência, compreensão humana, e bom humor ininterrupto. A lealdade e o respeito por si próprio eram também das coisas mais importantes para BP pois se ele quisesse ser respeitado tinha de respeitar primeiro o outro, pelo menos foi assim que foi educado, quanto à lealdade era bastante importante ser-se leal para com os outros e consigo próprio. Neste capítulo o que eu acho mais importante é que o respeito, e não o amor, de si próprio, gera o respeito pelos outros. O carácter vale mais do que qualquer outro atributo da vida. O domínio de si mesmo forma três quartas partes do carácter. Não bebas entre os “comeres”. Segundo Freud não se forma o carácter sonhando. Precisas de o bater e forjar a martelo por ti.

Vasco Cardia

Adesão ao Clã

Posted: 18 Fevereiro, 2011 in Clã 107

O clã está a crescer, temos 3 pioneiros que irão agora servir com o lenço vermelho. Para demonstrar um pouco do trabalho deles na adesão ao clã, será divulgada a síntese que cada um fez de um capitulo do “A Caminho do Triunfo”.

Apreciem os próximos posts, para poderem conhecer melhor o grande livro, que é o “A Caminho do Triunfo”.

Canhotas,

André Silva

Hike: Largo de Vilarinho – Rio Mau

Posted: 10 Fevereiro, 2011 in Clã 107

A preparação deste Hike surgiu da impossibilidade de uma caminheira, na fase da adesão, não ter estado presente no passado Acantonamento em Carção.

Foi escolhido o percurso entre o Largo de Vilarinho (Macieira da Maia) e Rio Mau pois incluía parte do Caminho de Santiago. Durante a caminhada foi possível observar, entre outros, os edifícios que serviram como Albergue para os peregrinos.

Algo muito engraçado nesta actividade foi o tamanho do grupo. Aconteceu de nem todo o grupo ter tido disponibilidade de participar na actividade toda, pelo que iniciamos com 3 elementos juntando-se ao longo do dia o resto dos elementos do clã, terminando assim o Hike com o clã completo.

À noite, tivemos a companhia do nosso assistente de agrupamento que se juntou a nós para a reflexão sobre o livro  ”A Caminho do Triunfo” (nomeadamente os capítulos do Vinho, Mulheres e Irreligião). Em seguida visionamos o filme “A ilha” sobre a clonagem,  levando-nos a pensar a forma como definimos como o ser Humano .

Canhotas,

André Silva

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